Boa noite!
Acho que daqui por diante vou tirar minha inspiração da frase do dia, quando não tiver nada pra escrever, claro.
Ontem o dia não podia ter sido melhor, falando de um modo bem egoísta mesmo!
Minha família foi pro sítio (é, compraram um sítio na estrada de Novo Airão), e eu fiquei sozinha em casa \o/ Maravilha né?
Junior passou o dia comigo, almoçou aqui, dormiu à tarde aqui comigo, nossa, foi adorável passar o dia com ele, eu sei que essas coisas são típicas de namorados e quando a gente casar vai ser um pouco diferente, mas eu vou lutar pra que nada caia na rotina e que sejamos fortes pra enfrentar as dificuldades que infelizmente - ou felizmente - a vida nos oferece.
Enfim, diante da frase do dia, que é de Sto. Agostinho - muito sábio -, eu refleti.
Partindo do princípio de que podemos saber o que nos dói e aquilo que nos dá alegria, como seres humanos que somos, como pode alguém ainda querer a dor?
Pois bem, essa frase pode ser entendida de várias formas, dependendo muito de quem a lê.
Eu não posso imaginar um relacionamento estável onde o marido bate na mulher, apesar de isso ser "normal e corrente" nos dias de hoje. O que faz a mulher ser tão passiva ao homem ao ponto de aceitar esse tipo de humilhação? Daí alguém me responde: "Mas ela ama o cara!"
